CONNECTION

He missed her. The smell, the touch, the way she used to toss her hair. Lying in bed, he would get lost in his own thoughts, replaying his favorite moments beside her, trying to fill the space that she had left in the room, that she had left in himself. She did not know how incredible she was or how she turned everything around her with that smile. For him, there was no scene more beautiful than seeing her in bed in the morning, messy hair, flushed cheeks, daylight reflecting in her eyes. It was like portraying happiness in an image. Not to mention the tuning between them, a connection he had never felt with anyone. The vibration of a message arriving on the phone was the answer he needed. She was the one.

CONEXÃO

Sentia falta dela. Do cheiro, do toque, do jeito que ela jogava o cabelo. Deitado na cama, ele se perdia nos próprios pensamentos, reprisando os momentos favoritos com ela, tentando preencher o espaço que ela havia deixado no quarto, que ela havia deixado nele. Ela não sabia o quão incrível era ou de como transformava tudo ao redor com aquele sorriso. Para ele, não havia cena mais linda do que ela na cama pela manhã, cabelo bagunçado, bochechas coradas, a luz do dia refletindo em seus olhos. Era como retratar a felicidade em uma imagem. Sem falar na sintonia entre os dois, uma conexão que ele nunca tinha sentido com alguém. A vibração de uma mensagem chegando no celular foi a resposta que ele precisava. Era ela.

OS 20 E TANTOS

Quando a gente entra na fase dos 20 e POUCOS é como se o produtor da nossa vida acelerasse tudo, como naquele episódio do Chapolin e o vampiro, em que ele adianta as horas no relógio de cuco para o dia amanhecer. Dias, meses e anos passam em um ritmo rápido demais, fazendo com que a gente passe a correr também para tentar acompanhar. A gente faz curso, workshop, academia (tenta), inglês, planos e trabalha como um louco. No meio da correria dos 20 e poucos, também existe uma busca e insatisfação que nunca cessa e a gente está sempre procurando alguma coisa, procurando ter, procurando ganhar, procurando.

Mas aí a gente chega nos 20 e TANTOS e, porra, quanta coisa muda! O jeito como a gente enxerga a vida, principalmente. O tempo continua correndo, é verdade, mas a gente se vê mais próximo dos 30 e vai perdendo a pressa. Vai entendendo que as respostas estão dentro da gente mesmo, mas que é preciso parar para ouvir com atenção. É preciso parar. A gente percebe que o universo dá o que a gente busca, então se você não sabe o que está procurando, cara, não vai poder reclamar se ele te der qualquer coisa (ou nada).

 

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